Após muitos pedidos de ajuda resolvemos voltar à rúbrica Diário Obscuro.
Não se acanhem e lembrem-se que os nossos sábios conselhos já ajudaram muito boa gente (não, não é presunção).
Aqui fica mais um pedido emocionado de um dos nossos leitores...
"Grandes Mestres:
Eu quero muito ir ao cu à minha namorada. Como sou timido não tenho coragem de abordar directamente o assunto. Podem ajudar-me?"
João, Agualonga
Caro João,
Existem várias abordagens não directas mais ou menos ingénuas.
A clássica é o engano: a certo momento da canzana, num movimento brusco, enganas-te no buraco e já está. Se a tua namorada é daquelas com pouco lubrificante natural e se não te queres rasgar todo é bom que (disfarçadamente) vás untando a zona com cuspe.
Outra muito usada é a estratégia do dedo no cu. É uma sondagem com 95% de intervalo de confiança. Precauções: Ter sempre algo à mão para te limpares caso ela não tenha cagado. Um dedo cheio de merda é muito desagradável de gerir quando estás a foder (Para mais informações sobre fetiches com merda ler Diário Obscuro II).
Outras hipoteses menos testadas:
1 - Jogos sexuais:
Tu:"Vamos jogar ao Onde é que está o Wally?
Ela: Ok? (meteslhopissonocu) ... Ei! O que estás a fazer????
Tu: Oh desculpa a má educação. Maria (olhando para o pisso) este é o wally. wally esta é a Maria..."
2 - Política:
Tu: "Ouvi dizer que és do Bloco de esquerda?
Ela: Sim!!!
Tu: Atão vira aí o rabo que vamos fazer uma manifestação de solidariedade aos gays"
3 - Económica:
Tu: "Vamos lá aproveitar os recursos... Ontem foi pela frente hoje é por trás..."
Pronto, obrigado e bom dia...
NOTA: Obrigado a todos pela participação na nossa sondagem semanal. Os resultados serão analisados num dos próximos posts. Isto de ter de trabalhar muito dá cabo de nós...
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terça-feira, outubro 30, 2007
domingo, outubro 14, 2007
Diário obscuro VIII
“Olá Zexorcista, Dr.Martírio e demais autores deste blog. Esta rubrica está demais e vocês são mesmo uns gajos à parte (…)”
Cara Filipa, em primeiro lugar gostaria de agradecer o facto de teres vindo à nossa humilde tasca e não teres ido embora passado uns segundos. Agradecer também o elogio à rubrica e, acima de tudo, teres reconhecido que somos uns gajos à parte. Pessoalmente, ando a tentar convencer muitas miúdas que sou “um gajo à parte” (partindo do princípio que isso é bom) praticamente desde que nasci e, até ao teu comentário, nunca tinha conseguido enganar nenhuma.
“ (…) o único defeito é a falta de intervenção dos outros dois autores)”
Já participamos o desaparecimento dos tipos à Policia Judiciária. Como não obtivemos resultados estamos a iniciar uma pesquisa por todas as casas de meninas do país. Ainda não conseguimos sair de Bragança e já estamos com problemas de erecção.
“ (…) Nunca comentei, mas como agora vocês se viraram para ajudar os leitores resolvi expor o meu caso. A dúvida que tenho prende-se com o broche. Gosto da palavra, da maneira como as bochechas me enchem quando pronuncio a palavra, para logo depois se esvaziarem enquanto a palavra toma forma de uma vez...”
Bem, embora sem as paneleirices que referes, eu também gosto da palavra. Gosto tanto que até te arranjo mais uma meia dúzia de sinónimos para o sitemetter aqui do tasco dar o tilt: chupadela, mamada, bico, bóbó, chucho, chamada para Tóquio, tirar uma imperial de joelhos, entre outros.
“ (…) o que eu não gosto é do acto.”
Porra pá, estavas a ir tão bem! Não gostas do acto? Porquê?!
“ Meter o xancho na boca, andar a abanar o pescoço como uma metaleira no cio e depois receber a esguichadela mesmo nas goelas e a pancada no fundo do pescoço, que me obriga a engolir tudo sem sequer ter tempo de vomitar!”
Dass, e essa merda é que é um broche?! A mim parece-me um ritual canibal… e, sinceramente, o último sítio onde eu meteria o meu “xancho” (se isso for o que eu estou a pensar) era na boca de uma canibal. Portanto, acho que estás no bom caminho. Se a intenção é transmitir ao gajo a ideia que não te deve pedir um broche, acredito que os primeiros dez segundos já serão suficientes. Se ele não desistir, trinca-o. Ele é estúpido e merece ser trincado por isso.
“O que posso fazer? Agradeço que me ajudem com os vossos sábios conselhos...”
Ora bem, o que podes fazer para quê?! Se for para mostrar ao gajo que não deve pedir-te um broche acho que já deste bem conta do recado. Se for para conseguir fazer um como deve ser, dou-te umas pistas.
Nunca trincar. Nunca ameaçar que vais trincar. Nunca indiciar a possibilidade de tricar. Para o restante basta imaginar que estás a comer um corneto… MAS SEM TRINCAR PORRA! Quanto à esguichadela, faz muito bem à pele. Esquece o creme de noite que é caro pra burro e vai de aplicar esguichadelas! Se ainda ficarem dúvidas podes contactar uma profissional.
Cit., Filipa in comentário ao “diário obscuro II” – 27 de Agosto de 2007 15:57
P.S.: Nunca subestimes o poder do broche, já contribuiu para a queda de um presidente americano.
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sábado, agosto 25, 2007
Diário obscuro II
“…fui ao pacote à minha gaja e quando estava a encaba-la ela borrou-se toda. Aquilo deve ter sido da feijoada de buzinas que despachamos ao jantar. Aquilo era bosta por todo lado e ela começou a gemer como uma maluca. A coisa é que, tanto eu como ela, gostamos cumó caralho e agora até já vamos repetir. Será que isto é normal?”
Zé Carlos, Almancil
Caro Zé Carlos, em primeiro lugar deixa-me dizer-te que, se é verdade que todos temos uma, o facto é que a tua é uma tara de merda (literalmente). Quanto à pergunta, se há pessoas que acham normal gostar do Cláudio Ramos, do Zé Castelo Branco e até mesmo do Nuno Gomes e do Benfica, não vejo nada de anormal em gostarem de merda. Além disso, tem certas vantagens:
1) é uma tara barata (nada de cabedal, nada de hotéis caros) basta um lençol velho e um iogurte fora de prazo;
2) tens um excelente argumento para conseguir sexo anal (“querida, não é do cú que eu gosto, eu quero mesmo é ir á merda”);
3) sempre que entras numa casa de banho pública tens uma erecção.
Posto isto, só me resta desejar-te força e aconselhar-te algum cuidado. Caga com vontade, mas atenção, não te metas é a cagar para dentro.
Zé Carlos, Almancil
Caro Zé Carlos, em primeiro lugar deixa-me dizer-te que, se é verdade que todos temos uma, o facto é que a tua é uma tara de merda (literalmente). Quanto à pergunta, se há pessoas que acham normal gostar do Cláudio Ramos, do Zé Castelo Branco e até mesmo do Nuno Gomes e do Benfica, não vejo nada de anormal em gostarem de merda. Além disso, tem certas vantagens:
1) é uma tara barata (nada de cabedal, nada de hotéis caros) basta um lençol velho e um iogurte fora de prazo;
2) tens um excelente argumento para conseguir sexo anal (“querida, não é do cú que eu gosto, eu quero mesmo é ir á merda”);
3) sempre que entras numa casa de banho pública tens uma erecção.
Posto isto, só me resta desejar-te força e aconselhar-te algum cuidado. Caga com vontade, mas atenção, não te metas é a cagar para dentro.
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